quarta-feira, 15 de julho de 2015
sábado, 11 de julho de 2015
Primeira mesa digital com jogos educativos
A ludopedagogia, introdução de brincadeiras no ensino, ou melhor, o “aprender a brincar”, inspirou a criação da PlayTable. “A brincadeira é o mais completo dos processos educativos, pois desenvolve as áreas cognitivas, psíquicas e motor das crianças. A brincadeira exige concentração e desenvolve a iniciativa, a imaginação e o interesse. Ela torna os alunos mais curiosos, observadores e focados”, explica Sieves, que é especialista em ludopedagogia.
A Playmove possui uma equipa multidisciplinar, com conhecimentos específicos em diversas áreas, desde a criação, design, programação e a própria ludopedagogia. Deste trabalho é que surgem jogos e aplicativos, que encantam e divertem as crianças e, ao mesmo tempo, trabalham diversos estágios de desenvolvimento, além de proporcionar conhecimento em várias disciplinas.
A PlayTable é destinada a crianças a partir de três anos e pode ser utilizada para entretenimento e no processo de ensino e aprendizagem, em escolas da educação infantil e ensino fundamental, nos segmentos público e privado.
Os jogos e aplicativos inseridos na mesa são baseados nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e projetados por professores especialistas em alfabetização, matemática, arte, língua inglesa, ciência e outras disciplinas, aliadas à ludopedagogia e especialistas no desenvolvimento de jogos.

A PlayTable foi lançada em 2014 e já está em uso em mais de 350 escolas em todas as regiões do Brasil.
FONTE: http://playtable.com.br/
Nova legislação para alunos com CEI maiores de 15 anos
A Portaria n.º 201-C/2015 revoga a Portaria n.º 275-A/2012 e regula o ensino de alunos com 15 ou mais anos de idade, com currículo específico individual (CEI), em processo de transição para a vida pós-escolar, e aplica-se à organização dos planos individuais de transição (PIT) de alunos com CEI.
Para consultar em detalhe seguir a seguinte ligação:
https://dre.pt/application/conteudo/69778954
Para consultar em detalhe seguir a seguinte ligação:
https://dre.pt/application/conteudo/69778954
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Planos Individuais de Transição e Programas de Formação Vocacional – Preparar o Futuro
Ao finalizar mais um ano
letivo, o Departamento de Educação Especial do Agrupamento de Escolas Marinhas
do Sal, destaca as várias atividades dinamizadas no âmbito dos Planos
Individuais de Transição (PIT) ou Programas de Formação Vocacional, desenvolvidas por
seis alunos com Necessidades Educativas Especiais e com Currículo Específico
Individual.
As atividades possuíam um cariz
vocacional/profissional e enquadraram-se no perfil vocacional e nas competências
funcionais de cada aluno. Estas realizaram-se fora do espaço escolar, inseridas
na comunidade local, em contexto real de trabalho, à exceção de mecânica que
decorreu na Escola Profissional de Rio Maior.
Os alunos Luciano Rodrigues, do
6.º B, Igor Nogueira, 7.º A, e Marcelo Pires, do 9.º C, foram acompanhados pelo
monitor João Gomes na oficina de mecânica, na Escola Profissional de Rio Maior.
Esta experiência permitiu aos alunos adquirir conhecimentos básicos sobre
ferramentas e materiais e a sua utilização, assim como desenvolver habilidades
manuais, executando pequenos trabalhos que orgulhosamente exibiram na exposição
de final de ano.
A esteticista Natércia António recebeu,
no seu Gabinete de Estética, a aluna Marisa Monteiro, do 8.º B, e com ela
desenvolveu atividades na área da manicura. Esta profissional, nas várias
sessões, procurou sensibilizar a aluna para questões de cuidados pessoais e de
estética, partilhar conhecimentos sobre instrumentos e materiais e aconselhar
formas de atendimento ao público.
O salão Modos & Jeitos recebeu a Soraia Silva, do 9.ºC, para uma experiência
vocacional como ajudante de cabeleireiro. Os cabeleireiros Sílvia Costa e
Valério Santos
orientaram, atentamente, a aluna
proporcionando-lhe conhecimentos
básicos alusivos à utilização de instrumentos e materiais necessários às
tarefas num salão de cabeleireiro,
bem como algumas técnicas elementares de pentear.
A educadora Maria dos Anjos
acolheu, no Centro Escolar n.º 1, a aluna Jéssica Santos, também, do 9.ºC, para
desenvolver atividades como auxiliar de educação pré-escolar. Neste âmbito, a
aluna participou nas rotinas diárias
e colaborou nas atividades
da sala/Centro Escolar. A
Jéssica ainda preparou e dinamizou, com grande à vontade, a leitura de dois livros, na sala, que foram
acompanhados por atividades
de expressão plástica,
cuidadosamente preparadas no atelier de Recicl’arte.
As experiências
vocacionais/profissionais proporcionaram o desenvolvimento pessoal dos alunos,
fomentando a autoestima,
autonomia, responsabilidade e as relações interpessoais com várias gerações,
perspetivando a
sua inclusão social e laboral.
Os Planos Individuais de
Transição (PIT) ou Programas de Formação Vocacional foram exequíveis devido às
parcerias estabelecidas com instituições e empresas e à sensibilidade e
disponibilidade dos vários monitores, que colaboraram na programação das
atividades, no acompanhamento e na monitorização do desempenho dos alunos.
O nosso bem-haja a todos.
| Luciano e Igor constroem as suas árvores de Natal, na Escola Profissional de Rio Maior |
| Supervisão do monitor João Gomes e o empenho dos alunos |
| Trabalho de equipa: esteticista Natércia António, a aluna Marisa e a Beatriz, a "cliente" amiga |
| O bem embelezamento das unhas |
| As primeiras atividades da Soraia acompanhadas de perto pela cabeleireira Sílvia Santos |
| Como secar o cabelo a uma cliente! |
| O prazer da leitura |
| Os pequenos grandes "artistas" orientados pela Jéssica |
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Arraial de final de ano
No dia 12 de junho, sexta-feira, realizou-se o arraial de encerramento de ano letivo na sede de agrupamento.
A animação e o convívio foram evidentes entre todos os presentes. Houve lugar para enaltecer os alunos, atletas do Desporto Escolar, e a entrega de prémios pelo diretor do agrupamento.
Também foi dado a conhecer a toda a comunidade escolar o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo numa grande exposição.
A Educação Especial participou na exposição, apresentando muitos dos trabalhos produzidos, especialmente, nos ateliers existentes no âmbito do projeto "Aprendizagens para a Vida".
O Desporto Escolar esteve exposto com a modalidade do BOCCIA, onde se pode ver fotografias da equipa vice-campeã nacional e o atleta campeão nacional.
Foi um ano intenso em trabalho e em emoções, ao lado de uma grande equipa, que alcançou em toda a plenitude todos os objetivos a que se propôs.
Para todos, ficam os votos de um bom final de ano letivo e umas merecidas férias.
Até para o próximo ano letivo!!!
A animação e o convívio foram evidentes entre todos os presentes. Houve lugar para enaltecer os alunos, atletas do Desporto Escolar, e a entrega de prémios pelo diretor do agrupamento.
Também foi dado a conhecer a toda a comunidade escolar o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo numa grande exposição.
A Educação Especial participou na exposição, apresentando muitos dos trabalhos produzidos, especialmente, nos ateliers existentes no âmbito do projeto "Aprendizagens para a Vida".
| Exposição de final de ano da Educação Especial |
| Expressões - atelier desenvolvido no âmbito do projeto "Aprendizagens para a Vida" |
O Desporto Escolar esteve exposto com a modalidade do BOCCIA, onde se pode ver fotografias da equipa vice-campeã nacional e o atleta campeão nacional.
| BOCCIA em destaque na exposição do Desporto Escolar |
Foi um ano intenso em trabalho e em emoções, ao lado de uma grande equipa, que alcançou em toda a plenitude todos os objetivos a que se propôs.
Para todos, ficam os votos de um bom final de ano letivo e umas merecidas férias.
Até para o próximo ano letivo!!!
quinta-feira, 11 de junho de 2015
UMA AVENTURA NO JARDIM ZOOLÓGICO
No dia 8 de junho, segunda-feira, os alunos e as professoras de Educação Especial visitaram o Jardim Zoológico de Lisboa.
O dia estava quente e muitos animais estavam a descansar à sombra. Mesmo assim, muitos deixaram-se ver e pudemos apreciar a sua beleza.
O almoço foi divertido e cantou-se os parabéns às aniversariantes a professora Fernanda e a aluna Andreia. Com direito a bolo e tudo!
A visita guiada deu-nos a conhecer pormenores interessantes de alguns animais e pudemos tocar numa pele de cobra, em penas e em cascas de ovos. A guia foi muito simpática e respondeu sempre às perguntas colocadas pelos alunos.
Alguns dos alunos, mais ousados, foram pelo teleférico ver os animais do zoo. Foi uma experiência fantástica! Outros, mais comedidos, foram conhecer o zoo no comboio.
Um dia bem passado, onde se aliou o lazer à consolidação de aprendizagens.
O dia estava quente e muitos animais estavam a descansar à sombra. Mesmo assim, muitos deixaram-se ver e pudemos apreciar a sua beleza.
O almoço foi divertido e cantou-se os parabéns às aniversariantes a professora Fernanda e a aluna Andreia. Com direito a bolo e tudo!
A visita guiada deu-nos a conhecer pormenores interessantes de alguns animais e pudemos tocar numa pele de cobra, em penas e em cascas de ovos. A guia foi muito simpática e respondeu sempre às perguntas colocadas pelos alunos.
Alguns dos alunos, mais ousados, foram pelo teleférico ver os animais do zoo. Foi uma experiência fantástica! Outros, mais comedidos, foram conhecer o zoo no comboio.
Um dia bem passado, onde se aliou o lazer à consolidação de aprendizagens.
| Chegada ao Jardim Zoológico |
| A espreitar o rinoceronte branco a dormir à sombra |
| O gorila estava atento aos visitantes |
| Almoço animado em grupo |
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| Parabéns à Professora Fernanda e à aluna Andreia!!! |
| Junto das aves, a guia mostrou as penas |
| Em plena viagem no teleférico |
| Preparados para ver o espectáculo dos Golfinhos |
| As focas deram o ar da sua graça no início do espectáculo |
| Os golfinhos deram um show de energia e graciosidade |
![]() |
| Um dia em grande no Zoo!!! |
terça-feira, 9 de junho de 2015
Está lançado o primeiro livro sobre processamento auditivo em Portugal
29-05-2015 | Catarina Dias. in Jornal Online UMINHO
Distúrbio atinge 5% das crianças, tendo consequências no sucesso académico, na socialização e, em alguns casos, na gaguez e dislexia, diz Cristiane Nunes, do CIEC.
A perturbação de processamento auditivo (PPA) atinge 5% das crianças portuguesas, tendo consequências no sucesso académico, na socialização, na realização das tarefas do dia-a-dia e, em alguns casos, na gaguez e na dislexia. O Serviço Nacional de Saúde ainda não financia os exames e o tratamento deste distúrbio, caracterizado pela incapacidade em interpretar sons. A área de estudo chegou a Portugal em 2008 através da fonoaudióloga Cristiane Nunes, que acaba de publicar o primeiro livro dedicado ao tema no país. A obra é baseada no doutoramento feito no Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) da UMinho.
Esta publicação vem preencher uma lacuna científica e literária existente num país onde “nem sequer existiam testes de avaliação e profissionais a trabalharem na área”. A tese de doutoramento começou pela elaboração de testes padronizados para a população portuguesa, recorrendo a uma amostra de 60 crianças dos 10 aos 13 anos – a base de dados contém hoje mais de 500 pacientes. A seleção dos participantes foi “demorada”, principalmente devido à confusão generalizada entre PPA e surdez. A investigadora Cristiane Nunes realça a diferença: “Enquanto uma pessoa surda nem sempre consegue detetar os sons, a que tem PPA apresenta dificuldade em interpretar o que ouviu e perceber mudanças acústicas rápidas. Além disso, costuma demorar mais tempo para processar a informação que passa pelo nervo auditivo”.
Hein? Pode repetir?
Os resultados obtidos a partir dos testes padrão desenvolvidos no CIEC mostram que as crianças com problemas de audição apresentam maior dificuldade no desempenho escolar, na comunicação, na leitura, na escrita e na articulação. Mais especificamente, 83% dos participantes com baixo desempenho nos testes de PPA tinham notas inferiores aos restantes colegas. “Alguns não conseguiram repetir, por exemplo, um conjunto de números depois de os ter ouvido ou distinguir entre sons curtos, longos, agudos e graves. Isso tem implicações na leitura, escrita, fala e na forma como a informação é interpretada”, afirma.
Os sintomas associados variam em função da idade e da intensidade da perturbação. Em crianças com menos de 5 anos, verifica-se um atraso na aquisição da fala e, especialmente, dos sons “r” e “l”. Daí trocarem muitas vezes “prato” por “plato”, por exemplo. A partir dos 7 anos, recorrem a expressões como hein? e quê?, são mais distraídos e não percebem de imediato o que dizem o professor e os colegas em contexto de trabalho de grupo. Sem tratamento, o problema arrasta-se para a vida adulta, tendo repercussões no sucesso profissional, social e amoroso.
Consultas resolvem quase todos os casos
Os diagnósticos podem ser obtidos a partir dos 6 anos. A quase totalidade das crianças normaliza após a realização de exercícios e técnicas que estimulam a formação de novas conexões no nervo auditivo. O segredo está no tratamento precoce da perturbação, diz a especialista, que no seu livro recomenda o envolvimento dos educadores no processo de deteção. “Há testes do CIEC capazes de detetar os casos mais graves. Se fossem aplicados no início do 1º ciclo, poder-se-ia eliminar pelo menos metade das ocorrências. O objetivo é identificar os alunos mais afetados e reencaminhá-los para um audiologista ou terapeuta da fala”, realça. O tratamento personalizado pode, por exemplo, ajudar em caso de gaguez e atraso na linguagem, além de munir as crianças disléxicas de estratégias para melhorar a sua leitura e escrita.
A PPA é discutida desde a década de 1950 nos EUA e, pelo menos, desde 1980 no Brasil. Por cá, o tema é pouco abordado. “O Estado não comparticipa os exames e o tratamento, serviços que também só estão disponíveis em cinco ou dez locais. Ainda há um longo caminho a fazer”, reforça. “É preciso sensibilizar os pais, os educadores, os psicólogos e a sociedade civil para a gravidade desta perturbação na vida das pessoas afetadas”, conclui.
Retirado de: http://www.nos.uminho.pt/Article.aspx?id=2134
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