É com um pensamento que desejamos a todos um bom ano letivo 2015/2016 com muitos sucessos e conquistas.
E, para bem organizar as atividades, aqui fica o calendário escolar:
Fonte: http://www.dgeste.mec.pt/index.php/escolas/calendario-escolar/calendario-escolar-20142015/
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Eis a mensagem de Malala que toda a gente tem mesmo de ler
Faz um
ano que Malala Yousafzai, a jovem paquistanesa que defendeu o direito
à educação e foi baleada pelos talibã, recebeu o Nobel da Paz. Hoje, a uma
semana de completar dezoito anos, a jovem volta a Oslo para um encontro de
líderes dedicado ao tema da educação onde deverá fazer uma retrospetiva sobre a
realidade mundial e o pedido de ação internacional que fez em 2014. Ontem
o The Telegraph publicou em exclusivo um texto escrito pela própria, que é um vislumbre da
mensagem que hoje deverá passar. Que, acreditem: é muito dura.
E impossível não nos deixar a pensar.
Malala começa por desfazer logo o mito em torno de si mesma, de
forma totalmente desarmante: “Muitas pessoas dizem-me que sou especial.
Contudo, isso leva-me a questionar: sou única porque sou uma rapariga a quem
foi negado ter educação? É que em todo o mundo há 60 milhões de meninas na
mesma situação”. E vai ainda mais longe: “É porque os inimigos da educação me
atacaram? Infelizmente, milhares de raparigas e rapazes estão inseguros
nas suas escolas todos os dias e muitos deles já foram atacados também.”
Malala retira-se do da qualidade de “especial” e inverte as regras
do jogo dizendo que quem foi especial no meio de tudo isto fomos “nós”. Os que
“lhe deram voz” quando os talibã a tentaram silenciar, os que “rezaram” por ela
e se insurgiram aquando do ataque que quase lhe roubou a vida, os que
garantiram que ela estaria a salvo e que poderia estudar sem medo de ser
morta por isso. Então e as restantes 60 milhões de estão na mesma
situação?
Oito dias
de guerra custam tanto quanto a educação de todas as crianças do mundo
Neste texto escrito com uma clareza de espírito impressionante, Malala relembra o massacre à escola paquistanesa onde morreram mais de cem crianças e dá ainda como exemplo as sete milhões de crianças sírias que sobrevivem em campos de refugiados, sem esperança. “O acesso à educação é a única chave para salvar o seu futuro”, lembra Malala. Mas o que temos feito nós por estas crianças? Basicamente, muito pouco ou nada. E isso deveria envergonhar-nos até porque as contas, segundo a Nobel da Paz, são mais fáceis de fazer do que podemos pensar.
Neste texto escrito com uma clareza de espírito impressionante, Malala relembra o massacre à escola paquistanesa onde morreram mais de cem crianças e dá ainda como exemplo as sete milhões de crianças sírias que sobrevivem em campos de refugiados, sem esperança. “O acesso à educação é a única chave para salvar o seu futuro”, lembra Malala. Mas o que temos feito nós por estas crianças? Basicamente, muito pouco ou nada. E isso deveria envergonhar-nos até porque as contas, segundo a Nobel da Paz, são mais fáceis de fazer do que podemos pensar.
O Relatório de Monitorização Global de Educação,
divulgado no início deste ano, estima que dar educação a todas as crianças
carenciadas do planeta envolveria um custo de 39 biliões de dólares.
“Parece um número grande, talvez impossível”, frisa Malala. “Mas na
realidade representa o que os governos de todo o mundo gastam com os seus exércitos em
apenas oito dias. Ou seja, em oito dias estamos a gastar tanto a fazer guerras
quanto poderíamos gastar a assegurar que todas as crianças recebem pelo
menos 12 anos de educação de qualidade.”
As contas e o discurso até podem parecer ingénuos e neste
texto Malala é a própria a dizê-lo. Contudo não desiste do seu slogan
pessoal: “Livros em vez de balas!”. E deixa claro. “É uma questão de escolhas.
Os nossos líderes continuam a escolher bombas e balas em vez de livros e
futuros brilhantes. E nós continuamos a permitir isso”.
A
hipocrisia da ação internacional
Malala relembra também que assegurar a educação básica a todas as crianças fez parte dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, lançados há quinze anos. “Fizemos progressos no que diz respeito a levar muitas meninas à escola pela primeira vez em países pobres, mas não nos preocupámos em mantê-las com acesso a essa educação”. A verdade é que o número de meninas que não vai para além do ensino básico é esmagador. Nas palavras de Malala: “Há uma geração de raparigas a quem foi dito que a educação básica é tudo a que têm direito. É inaceitável”.
Malala relembra também que assegurar a educação básica a todas as crianças fez parte dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, lançados há quinze anos. “Fizemos progressos no que diz respeito a levar muitas meninas à escola pela primeira vez em países pobres, mas não nos preocupámos em mantê-las com acesso a essa educação”. A verdade é que o número de meninas que não vai para além do ensino básico é esmagador. Nas palavras de Malala: “Há uma geração de raparigas a quem foi dito que a educação básica é tudo a que têm direito. É inaceitável”.
Ainda ontem três meninas foram atacadas com ácido sulfúrico no
Afeganistão a caminho da escola. Este ato hediondo já se tornou tão comum que
este casos começam a nem ser dignos de notícia. Mas o que será da vida destas
meninas, que tudo que fizeram de errado foi tentar ter acesso a educação?
Alguém vai fazer alguma coisa para as ajudar? Alguém se vai insurgir pela sua
sobrevivência? Caso sobrevivam aos ferimentos, alguém lhes vai atribuir um
prémio internacional e garantir que têm um futuro digno? Há algo de
muito hipócrita nas ações – e na falta delas – da
comunidade internacional no que diz respeito a este tema. E Malala é
a primeira a tentar lembrar ao mundo que milhões de outras meninas nesta
situação e que precisam de ajuda urgente.
Uma coisa é certa: não podemos
ficar à espera que um grupo terrorista tente matar outra criança que
insiste em querer ir à escola para que medidas concretas e reais sejam
postas em prática. Não é apenas o futuro destas meninas que está em jogo, é o
futuro do mundo no seu todo.
sábado, 11 de julho de 2015
Primeira mesa digital com jogos educativos
A ludopedagogia, introdução de brincadeiras no ensino, ou melhor, o “aprender a brincar”, inspirou a criação da PlayTable. “A brincadeira é o mais completo dos processos educativos, pois desenvolve as áreas cognitivas, psíquicas e motor das crianças. A brincadeira exige concentração e desenvolve a iniciativa, a imaginação e o interesse. Ela torna os alunos mais curiosos, observadores e focados”, explica Sieves, que é especialista em ludopedagogia.
A Playmove possui uma equipa multidisciplinar, com conhecimentos específicos em diversas áreas, desde a criação, design, programação e a própria ludopedagogia. Deste trabalho é que surgem jogos e aplicativos, que encantam e divertem as crianças e, ao mesmo tempo, trabalham diversos estágios de desenvolvimento, além de proporcionar conhecimento em várias disciplinas.
A PlayTable é destinada a crianças a partir de três anos e pode ser utilizada para entretenimento e no processo de ensino e aprendizagem, em escolas da educação infantil e ensino fundamental, nos segmentos público e privado.
Os jogos e aplicativos inseridos na mesa são baseados nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e projetados por professores especialistas em alfabetização, matemática, arte, língua inglesa, ciência e outras disciplinas, aliadas à ludopedagogia e especialistas no desenvolvimento de jogos.

A PlayTable foi lançada em 2014 e já está em uso em mais de 350 escolas em todas as regiões do Brasil.
FONTE: http://playtable.com.br/
Nova legislação para alunos com CEI maiores de 15 anos
A Portaria n.º 201-C/2015 revoga a Portaria n.º 275-A/2012 e regula o ensino de alunos com 15 ou mais anos de idade, com currículo específico individual (CEI), em processo de transição para a vida pós-escolar, e aplica-se à organização dos planos individuais de transição (PIT) de alunos com CEI.
Para consultar em detalhe seguir a seguinte ligação:
https://dre.pt/application/conteudo/69778954
Para consultar em detalhe seguir a seguinte ligação:
https://dre.pt/application/conteudo/69778954
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Planos Individuais de Transição e Programas de Formação Vocacional – Preparar o Futuro
Ao finalizar mais um ano
letivo, o Departamento de Educação Especial do Agrupamento de Escolas Marinhas
do Sal, destaca as várias atividades dinamizadas no âmbito dos Planos
Individuais de Transição (PIT) ou Programas de Formação Vocacional, desenvolvidas por
seis alunos com Necessidades Educativas Especiais e com Currículo Específico
Individual.
As atividades possuíam um cariz
vocacional/profissional e enquadraram-se no perfil vocacional e nas competências
funcionais de cada aluno. Estas realizaram-se fora do espaço escolar, inseridas
na comunidade local, em contexto real de trabalho, à exceção de mecânica que
decorreu na Escola Profissional de Rio Maior.
Os alunos Luciano Rodrigues, do
6.º B, Igor Nogueira, 7.º A, e Marcelo Pires, do 9.º C, foram acompanhados pelo
monitor João Gomes na oficina de mecânica, na Escola Profissional de Rio Maior.
Esta experiência permitiu aos alunos adquirir conhecimentos básicos sobre
ferramentas e materiais e a sua utilização, assim como desenvolver habilidades
manuais, executando pequenos trabalhos que orgulhosamente exibiram na exposição
de final de ano.
A esteticista Natércia António recebeu,
no seu Gabinete de Estética, a aluna Marisa Monteiro, do 8.º B, e com ela
desenvolveu atividades na área da manicura. Esta profissional, nas várias
sessões, procurou sensibilizar a aluna para questões de cuidados pessoais e de
estética, partilhar conhecimentos sobre instrumentos e materiais e aconselhar
formas de atendimento ao público.
O salão Modos & Jeitos recebeu a Soraia Silva, do 9.ºC, para uma experiência
vocacional como ajudante de cabeleireiro. Os cabeleireiros Sílvia Costa e
Valério Santos
orientaram, atentamente, a aluna
proporcionando-lhe conhecimentos
básicos alusivos à utilização de instrumentos e materiais necessários às
tarefas num salão de cabeleireiro,
bem como algumas técnicas elementares de pentear.
A educadora Maria dos Anjos
acolheu, no Centro Escolar n.º 1, a aluna Jéssica Santos, também, do 9.ºC, para
desenvolver atividades como auxiliar de educação pré-escolar. Neste âmbito, a
aluna participou nas rotinas diárias
e colaborou nas atividades
da sala/Centro Escolar. A
Jéssica ainda preparou e dinamizou, com grande à vontade, a leitura de dois livros, na sala, que foram
acompanhados por atividades
de expressão plástica,
cuidadosamente preparadas no atelier de Recicl’arte.
As experiências
vocacionais/profissionais proporcionaram o desenvolvimento pessoal dos alunos,
fomentando a autoestima,
autonomia, responsabilidade e as relações interpessoais com várias gerações,
perspetivando a
sua inclusão social e laboral.
Os Planos Individuais de
Transição (PIT) ou Programas de Formação Vocacional foram exequíveis devido às
parcerias estabelecidas com instituições e empresas e à sensibilidade e
disponibilidade dos vários monitores, que colaboraram na programação das
atividades, no acompanhamento e na monitorização do desempenho dos alunos.
O nosso bem-haja a todos.
| Luciano e Igor constroem as suas árvores de Natal, na Escola Profissional de Rio Maior |
| Supervisão do monitor João Gomes e o empenho dos alunos |
| Trabalho de equipa: esteticista Natércia António, a aluna Marisa e a Beatriz, a "cliente" amiga |
| O bem embelezamento das unhas |
| As primeiras atividades da Soraia acompanhadas de perto pela cabeleireira Sílvia Santos |
| Como secar o cabelo a uma cliente! |
| O prazer da leitura |
| Os pequenos grandes "artistas" orientados pela Jéssica |
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Arraial de final de ano
No dia 12 de junho, sexta-feira, realizou-se o arraial de encerramento de ano letivo na sede de agrupamento.
A animação e o convívio foram evidentes entre todos os presentes. Houve lugar para enaltecer os alunos, atletas do Desporto Escolar, e a entrega de prémios pelo diretor do agrupamento.
Também foi dado a conhecer a toda a comunidade escolar o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo numa grande exposição.
A Educação Especial participou na exposição, apresentando muitos dos trabalhos produzidos, especialmente, nos ateliers existentes no âmbito do projeto "Aprendizagens para a Vida".
O Desporto Escolar esteve exposto com a modalidade do BOCCIA, onde se pode ver fotografias da equipa vice-campeã nacional e o atleta campeão nacional.
Foi um ano intenso em trabalho e em emoções, ao lado de uma grande equipa, que alcançou em toda a plenitude todos os objetivos a que se propôs.
Para todos, ficam os votos de um bom final de ano letivo e umas merecidas férias.
Até para o próximo ano letivo!!!
A animação e o convívio foram evidentes entre todos os presentes. Houve lugar para enaltecer os alunos, atletas do Desporto Escolar, e a entrega de prémios pelo diretor do agrupamento.
Também foi dado a conhecer a toda a comunidade escolar o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo numa grande exposição.
A Educação Especial participou na exposição, apresentando muitos dos trabalhos produzidos, especialmente, nos ateliers existentes no âmbito do projeto "Aprendizagens para a Vida".
| Exposição de final de ano da Educação Especial |
| Expressões - atelier desenvolvido no âmbito do projeto "Aprendizagens para a Vida" |
O Desporto Escolar esteve exposto com a modalidade do BOCCIA, onde se pode ver fotografias da equipa vice-campeã nacional e o atleta campeão nacional.
| BOCCIA em destaque na exposição do Desporto Escolar |
Foi um ano intenso em trabalho e em emoções, ao lado de uma grande equipa, que alcançou em toda a plenitude todos os objetivos a que se propôs.
Para todos, ficam os votos de um bom final de ano letivo e umas merecidas férias.
Até para o próximo ano letivo!!!
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