segunda-feira, 11 de julho de 2016

CAMINHADA PELO AUTISMO - AGRADECIMENTO

E foi assim….

Com o dinheiro angariado na Caminhada pelo Autismo (56,00€), a Alicia pode participar na visita de estudo do 1º Ciclo à Quinta do Arrife, comprámos material para a Unidade de Autismo do 1º Ciclo e no final do ano letivo todos comeram um gelado. 



quarta-feira, 8 de junho de 2016

Tutoria aos Mais Novos - PIT

No âmbito da Tutoria Aos Mais Novos – Apoio à UEE do 1º Ciclo, 
a professora Iolanda Méren, a Hirondina Casal e os alunos, Pedro, Mateus, Alicia e Joana agradecem a colaboração da aluna Marisa.

Todos desejamos que sejas muito feliz!!!


Visita à UEE do 1.º Ciclo

A UEE do 1.º Ciclo do Agrupamento de Escolas Damião de Goes, Alenquer, veio visitar a nossa UEE do 1.º Ciclo no dia 19 de maio de 2016.


sábado, 28 de maio de 2016

CAMPEONATO NACIONAL DE BOCCIA - DESPORTO ESCOLAR

MEDALHA DE PRATA PARA MARINHAS DO SAL

Nos dias 19, 20, 21 e 22 de maio decorreram os Campeonatos Nacionais Escolares 2016, no escalão de juvenis, nas cidades de Aveiro, Ílhavo, Oliveira de Bairro e Vagos.

Das dezassete modalidades em competição, destacou-se o BOCCIA com a participação da atleta Beatriz Almeida, do Agrupamento Marinhas do Sal, na divisão Individual (I3).

No dia 19 de maio, durante a tarde, houve a receção aos participantes e fez-se a entrada no hotel.
Receção do hotel


À noite, assistiu-se à Cerimónia de Abertura dos Campeonatos Nacionais Escolares.

Professora Sandra Morgado e a  atleta Beatriz Almeida

Mascote do Desporto Escolar
Fogo de artifício inaugural


Nos dias 20 e 21 de maio, a atleta Beatriz Almeida competiu ao longo das quatro jornadas do quadro competitivo com espírito desportivo, concentração e empenho.

Início de jogo

Atleta em pleno lançamento de bola


Além da competição, também houve momentos de convívio. Os atletas puderam confraternizar na Noite da Modalidade e na festa/discoteca.


Jogo "atira ao alvo"

Lançamento do arco

Jogo da Roda
Na festa/discoteca


Na tarde de sábado, pode-se fazer uma visita cultural pelos canais de Aveiro num moliceiro e pela Costa Nova.


Casa listada em Costa Nova

Percurso pelas ruas de Aveiro

Embarque no moliceiro


O desempenho da atleta na competição superou expectativas e deu frutos valorosos, tendo alcançado, na classificação final, o segundo lugar.




A atleta Beatriz Almeida sagrou-se Vice-Campeã Nacional de BOCCIA 2016


MUITOS PARABÉNS!!!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

CAMPEONATO REGIONAL DE BOCCIA - DESPORTO ESCOLAR

No dia 29 de abril, sexta-feira, decorreu o Campeonato Regional de Boccia no Pavilhão Multiusos de Odivelas. Neste campeonato participaram os representantes das Coordenações Locais de Desporto Escolar (CLDE) pertencentes à Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEste) - Direção de Serviços da Região de Lisboa e Vale do Tejo (DSRLVT).

A equipa Marinhas do Sal A e a atleta Beatriz Almeida, do Agrupamento Marinhas do Sal - Rio Maior, estiveram presentes neste campeonato e representaram a CLDE de Lezíria e Médio Tejo, respetivamente, na Divisão de Equipas E2 e Divisão Individual I3 (em pé).

A  equipa Marinhas do Sal A, constituída pelos atletas Lúcia Pinto, Beatriz Almeida, Pedro Santos e José Nascimento, revelou motivação e empenho ao longo de todos os jogos disputados. Unidos conquistaram um mui honroso terceiro lugar do pódio na Divisão E2.

Nos jogos individuais, da Divisão I3, a atleta Beatriz Almeida teve um desempenho excecional. O primeiro jogo disputado foi pouco favorável à atleta, tendo perdido o mesmo. Mas logo recuperou nos jogos seguintes, somando vitórias e conseguindo alcançar, por mérito próprio, o primeiro lugar e, consequentemente, o seu apuramento para o Campeonato Nacional.

Parabéns aos atletas pelos resultados alcançados!!!

Equipa Marinhas do Sal A
Terceiro lugar do pódio da Divisão E2

Atleta Beatriz Almeida
Campeã Regional de Boccia

domingo, 17 de abril de 2016

Ficar mais um ano no pré-escolar pode ser a melhor opção

Quando uma criança chega à idade dos seis anos, pais e educadores veem-se perante a questão: está preparada para entrar na escola de ensino básico?

Não é fácil dar uma resposta plena à questão. No entanto, há que olhar para o desenvolvimento da criança e encontrar a melhor opção.

Atendendo à maturidade da criança, ficar no pré escolar é uma mais-valia significativa no seu desenvolvimento. Ter oportunidade de frequentar mais um ano o pré escolar, irá permitir-lhe desenvolver-se socioemocionalmente e adquirir competências mais consolidadas para as futuras aprendizagens, colmatando, à partida, muitas das dificuldades e evitando retenções.

O artigo publicado no Diário de Notícias, que se apresenta de seguida, vem lançar outras perspectivas sobre o ficar mais um ano no pré escolar.

Ganhar maturidade é bom para as crianças


Crianças que fazem 6 anos depois de 15 de setembro não têm lugar garantido no 1.º ano

As crianças que fazem 6 anos depois de 15 de setembro só entram para a escola se existir vaga e os pais quiserem inscrevê-las. Isso mesmo aconteceu, por exemplo, a 5226 alunos, que em 2013/2014, frequentavam o pré-escolar já com 6 anos. Para os pais este é muitas vezes visto como um ano perdido, mas os professores, o pediatra e uma mãe psicóloga com quem o DN falou não veem as coisas desta maneira. Pelo contrário, acreditam que ficar no pré-escolar pode ser a chave para o sucesso dos alunos.

"Na turma do meu filho há muitos condicionais [alunos que entram à condição de existir uma vaga] e passaram o primeiro mês a chorar. Em termos emocionais acho que as crianças com 5 anos não estão preparadas", refere Cláudia Vieira. Mãe de Gonçalo, que faz aniversário no final de outubro, a psicóloga acabou por optar manter o filho no pré-escolar em vez de antecipar a sua entrada na escola. Já se passaram três anos e Cláudia não se arrepende: "Foi a melhor decisão. O Gonçalo é o segundo mais velho da turma, mas é o mais responsável e tem Muito Bom a tudo. Faz os trabalhos de casa sozinho e tem outra motivação para estudar."

Esperar que as crianças tenham maturidade é também a opinião de Hugo Rodrigues. O pediatra lembra que "a ciência diz que a idade ideal para entrar na escola são os 6 anos". Logo, tentar antecipar a entrada na escola, "vai levar a que eles tenham que fazer um esforço mental para o qual não estão preparados". "Mesmo que depois até consigam recuperar na adolescência, estas crianças que entram mais cedo, voltam a ressentir-se dos ritmos diferentes de desenvolvimento", acrescenta o médico.

Retirado do link:
http://www.dn.pt/sociedade/interior/ficar-mais-um-ano-no-preescolar-pode-ser-a-melhor-opcao-4837053.html

Alunos com necessidades especiais vão ser obrigados a ficar em turmas maiores

Ministério põe novas condições para a redução de turmas com alunos com NEE e justifica alteração com a necessidade de "induzir mais inclusão".
O ministério mantém o número máximo de alunos por turma aprovado por Crato NELSON GARRIDO
O Ministério da Educação (ME) não só não diminuiu o número de alunos por sala, como defendido no programa do Governo, como tornou mais difícil a redução das turmas que incluam alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE). É o que resulta do despacho que estabelece as regras sobre as matrículas e a constituição de turmas no próximo ano lectivo, publicado nesta quinta-feira em Diário da República.
Neste diploma determina-se que a redução das turmas com alunos com NEE só se poderá concretizar se estes permanecerem nas salas de aula “pelo menos 60% do seu tempo curricular”, o que será válido desde o pré-escolar até ao 3.º ciclo. Muitos dos estudantes com NEE precisam de apoios especializados que são prestados fora da sala de aula. Até agora, as turmas com estudantes com NEE só poderiam ter um total de 20 alunos, não havendo outros critérios para que esta redução se efectivasse. O objectivo é o de garantir que os professores tenham mais disponibilidade para acompanhar estes alunos, no seu ritmo.
Para o professor de educação especial e autor do blogue Incluso, João Adelino Santos, a nova condição imposta pelo ME é "uma medida puramente administrativa para limitar ao máximo a constituição das designadas turmas reduzidas”. Em resposta ao PÚBLICO por e-mail, este docente diz também que se “trata uma medida hipócrita porque continua a encarar os alunos como um ‘número’, em vez de os considerar enquanto pessoas, ainda que com limitações e singularidades, mas com necessidades ao nível da organização da turma”. “Os assuntos educativos devem ser encarados com humanismo, sobretudo aqueles que se referem a alunos já por si fragilizados e mais vulneráveis”, defende.

"Mais inclusão"?

Num esclarecimento enviado ao PÚBLICO, o Ministério da Educação afirma que a alteração nas condições para a redução de turmas tem “um único objectivo”, que é o de “induzir mais inclusão”.O ME refere, a propósito, que se “tem constatado, e isso tem sido sinalizado por vários responsáveis do sector da Educação Especial, que há alunos com NEE que são sistematicamente excluídos da sala de aula, passando a maior parte do seu tempo em unidades de apoio e não em contacto com os seus colegas e professores”. Por essa razão, considerou que era necessário “induzir mais inclusão,  associando a redução do número de alunos ao estímulo à permanência destes alunos com a turma”.
“Um aluno pode não estar 60% integrado na turma mas, no restante, pode requerer um apoio individualizado por parte do docente da disciplina, implicando, assim, redução de turma, tal como determinado no seu programa educativo individual”, frisa  João Adelino Santos. Na última avaliação que fez à situação do ensino especial nas escolas, datada de 2012/2013, que abrangeu 97 estabelecimentos de ensino com um total de 6566 (4,5%) de alunos sinalizados com NEE, a Inspecção-Geral da Educação e Ciência dava conta de que 30,54% deles têm apoios especializados fora das suas escolas, durante o tempo curricular.  
João Adelino Santos apresenta outros exemplos referentes aos alunos com currículo específico individual, a medida adoptada para os casos mais severos, onde se substituem as competências definidas para cada nível de educação para adaptá-las às características e necessidades de cada aluno. Como explica aquele docente, por norma, a partir do 2.º ciclo do ensino básico, “estes alunos frequentam essencialmente as disciplinas de expressões (educação visual; educação tecnológica; educação física; educação musical). Na eventualidade do aluno frequentar apenas educação visual, educação tecnológica, educação musical e educação física, está integrado na turma cerca de 32% do tempo, logo, não dá direito a turma reduzida”.
Considera-se que um aluno tem necessidades educativas especiais quando apresenta dificuldades no processo de aprendizagem e participação, devendo nestes casos ser apoiados pela educação especial. Há as chamadas NEE de carácter temporário, onde se incluem os alunos com problemas ligeiros de desenvolvimento ou de aprendizagem, e as permanentes, onde se incluem os alunos com deficiência mental, com problemas de cegueira e de surdez, entre outros.
Segundo dados provisórios da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, no presente ano lectivo, o número de alunos sinalizados com NEE que estão a estudar em escolas regulares é de 79.077, tendo aumentado 74% em apenas seis anos.

Máximo continua nos 30

O diploma que estabelece as novas regras para a constituição de turmas é assinado pela secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, e pelo secretário de Estado da Educação, João Costa. O número máximo de alunos por turma continuará a ser o que foi determinado por Nuno Crato: 25 no pré-escolar; 26 no 1.º ciclo; e 30 nos 2.º e 3º ciclos.
Na semana passada, foram debatidos no Parlamento seis iniciativas legislativas com vista à redução do número de alunos por turma, incluindo uma do PS. Estão agora em discussão na Comissão Parlamentar de Educação, mas a maioria de esquerda no Parlamento já anunciou estar disponível para chegar a um acordo e garantir, assim, a aprovação na Assembleia da República. Na altura, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, fez saber que faria esta redução “paulatinamente”.
Para o diploma publicado nesta quinta-feira em DR não foi ouvida nenhuma das entidades previstas na lei. O ME justifica esta ausência com o facto de tal audição só permitir a conclusão do diploma no final de Maio, o que comprometeria a sua execução.  
Notícia retirada do link: